Você consegue entender isso? . Vítimas da seca Quantos? 10 milhões Sujeitos à fome? Sim Passam sede? Sim Subnutrição? Sim ONGs “estrangeiras” ajudando: Nenhuma .
Índios da Amazônia
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição? Não
ONGs estrangeiras ajudando: 350
.
Provável explicação:
A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.
O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos.
Tente entender:
Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.
Agora, três perguntas:
Por que tantas Bases Militares Estrangeiras cercando o Brasil?
Por que “forças Ocultas” tentam destituir Zelaya através de um Golpe Militar em Honduras?
O governador Roberto Requião inaugura nesta sexta-feira (23) as obras de ampliação do Centro Estadual de Educação Profissional Manoel Moreira Pena, em Foz do Iguaçu. As obras, dois novos alojamentos receberam investimento de R$ 2,4 milhões.
Data: 23/10/2009 – sexta-feira Local: Avenida General Meira, s/n
Após o 28º dia de greve e exaustivas reuniões de negociações, na noite de ontem 21/10/09 nas dependências do Sismufi (Sindicato dos Servidores Municipais de Foz do Iguaçu), os bancários locais da Caixa Econômica Federal, assim como de outras cidades do país, decidiram aceitar a contra-proposta feita pela Direção Nacional (DN) da CAIXA e encerrar a greve.
Portanto em Foz do Iguaçu, a CAIXA E. FEDERAL volta a fazer o atendimento normal ao público a partir desta quinta-feira, 22/10/2009.
Vale ressaltar, que em Ponta Grossa e Região, a greve continua. Acredito que seja devido a assembléia dos bancários daquela região que não estava marcada na data de ontem e isso causou desencontro entre receber a proposta e já analisá-la, decidindo se voltariam ou não a normalizar o atendimento ao público.
Porém, isto não significa que a luta pelos respectivos direitos destes bancários tenha acabado. Trabalhadores e Sindicato vão ainda buscar isonomia de direitos, melhoria no Plano de Carreira e Cargos (PCC) e melhores condições de trabalho na instituição.
Observem que apenas foi aceita a contra-proposta e o momento a partir de então, exige observação até vê-la colocada em funcionamento. Período este que vale fazermos uma observação, enquanto usuário que somos para ver se vai haver cumprimento do que foi prometido por parte da DN.
No entanto, sendo a contra-proposta cumprida, nós como parte da população usuária da CAIXA, temos muito a comemorar, por que foi graças ao sindicato e seus membros, que a qualidade do atendimento que já era boa, certamente vai ficar ainda melhor após a contratação de mais 5.000 mil novos funcionários.
OPINIÃO DO EDITOR DESTE BLOG: Não posso deixar de elogiar, tamanha bravura na resistência que demonstraram ter os respectivos membros da diretoria sindical e seus filiados.
Demonstraram para nós, muito mais do que união. Mostraram que vale a pena cada um de nós enquanto sociedade organizada, lutar pelos direitos e ao mesmo tempo, por significativa melhora no atendimento ao povo brasileiro.
Pois é simplesmente para isso que pagamos impostos. Para sermos muito bem atendidos quando necessitamos dos serviços públicos das instituições governamentais.
Com esta greve, os funcionários através de seus sindicatos cumpriram seus deveres de ofício e dignificaram cada um de nós, trabalhador e usuário da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.
Parabéns a cada um de vocês que não esmoreceram na luta por um mundo melhor.
Lula projeta Brasil a 'líder regional e ator global de 1ª ordem', diz jornal argentino
Jornal elogiou 'sensibilidade' de Lula ao chorar por escolha da Rio-2016.
O jornal argentino La Nación afirma em seu principal editorial desta segunda-feira que, enquanto a Argentina perde espaço e importância no cenário internacional, o Brasil se consolida como "líder regional e ator global de primeira ordem".
No 26º dia de paralisação por tempo indeterminado, os bancários da Caixa reuniram-se em assembléia para avaliar os rumos do movimento, agora com a novidade do ajuizamento do dissídio coletivo por parte da empresa.
A próxima assembléia ocorrerá na próxima quarta-feira, às 17h00.
OPINIÃO: Quero aqui como editor deste blog, parabenizar toda a mobilização que vem apresentando os funcionários da Caixa Econômica Federal.
Principalmente, cumprimentar individualmente cada um dos membros que completam esta diretoria sindical.
O dia que a sociedade iguaçuense estiver organizada e ter uma capacidade de reagir assim, quanto aos problemas que enfrentamos ano após ano por falta de capacidade administrativa municipal ideal, poderemos dizer que estamos a salvo de qualquer catástrofe econômica ou golpe externo que seja propositadamente aqui produzido e ditado por capitalistas selvagem.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou o pedido de liminar da Caixa Econômica Federal, na sexta-feira (16), para que a greve fosse considerada abusiva e que os bancários retornassem ao trabalho imediatamente. Dessa forma, a greve continua por tempo indeterminado. O banco havia pedido a ação de dissídio coletivo no TST na noite de quinta-feira (15).
De acordo com o ministro João Oreste Dalazen (vice-presidente do TST, que foi quem deu o parecer sobre a ação), primeiramente é preciso que haja uma audiência de conciliação entre as partes. No caso de não haver acordo entre a Caixa Econômica e o movimento sindical bancário, ou se as partes não aceitarem a proposta que será feita pelo tribunal, um relator será sorteado para julgar o processo.
Por esse motivo, o ministro Dalazen marcou uma audiência de conciliação entre as partes para a próxima quarta-feira (21), às 9 horas, em Brasília.
Terríveis ameaças pesam sobre o MST. Irados senadores e senadoras, indignados com a destruição de alguns mil pés de laranja da Fazenda Santo Henrique, da empresa Cutrale, ameaçam instalar uma CPI para apurar a transferência de recursos do orçamento da União para entidades civis ligadas ao Movimento.
Esta nova investida – já houve três ou quatro, todas frustradas – não passa de "fogo de encontro". O pavor desses senadores e senadoras, que conformam a bancada ruralista no Congresso brasileiro, é o anúncio de que o governo, após seis anos de atraso, pretende atualizar os índices de produtividade que servem de critério para definir uma propriedade rural como produtiva (não suscetível de desapropriação) ou improdutiva (passível de desapropriação para fins de reforma agrária).
Atribuem, esses senadores e senadoras, a tardia decisão do governo a uma pressão do MST. Nada disso. A razão real é que a atualização periódica dos índices constitui obrigação legal estabelecida na Lei Agrária, e o Ministério Público Federal já notificou os ministros do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura que o descumprimento da lei pode causar-lhes responsabilidade criminal. A base estatística dos índices atualmente vigentes está atrasada 32 anos!
O Correio da Cidadania é favorável à instalação da CPI, com apenas uma condição. Que a investigação inclua o fato substantivo (causador da manifestação na Fazenda da Cutrale): a estranha transferência de um imóvel da União para um particular. Se, como se sabe, não cabe usucapião nessa categoria de imóveis rurais, como é que imóveis adquiridos (vejam bem! Adquiridos) pela União, e adjudicados ao seu patrimônio em pagamento de dívidas, foram parar nas mãos de particulares?
Não é nada difícil, havendo vontade, elucidar cabalmente essa questão. Basta convocar desembargadores, juízes, promotores, serventuários dos cartórios de Iaras e dos municípios vizinhos, ex-secretários de Estado, parlamentares, ex-diretores dos órgãos de proteção do patrimônio da União, para que tudo venha a público.
Perguntas, por exemplo, do tipo: "Por que motivo a Justiça Federal levou seis anos para decidir sobre a alegação de incompetência do Juiz Federal de Ourinhos, no processo que o Incra move contra a Cutrale para reaver o imóvel da União (a decisão foi pela competência do juiz de Ourinhos, diga-se de passagem)?".
Perguntas destas podem revelar claramente porque depois de anos de espera alguns sem terra perderam a paciência. Mas isto é o adjetivo. O que diz o Senado Federal a respeito do substantivo?